Um dia fui a praia
Para descansar,
Mas o que eu não sabia
É que o sol não ia estar.
Aquela nuvem negra
Não queria passar,
Eu não imaginava
O que estava a olhar.
Quando fui ao hotel
Não podia acreditar,
Que lá se foram
Uma grana de matar.
Estava arrumando as malas
Na intenção de voltar,
Para a minha casa
Onde ia trabalhar.
Quando cheguei em casa
Não podia acreditar,
Pois o sol
Estava de matar
A estrela (2)
Bela e muito tagarela
Irmã de Dalva
E prima de Isabela
Com seu brilho próprio
Até impróprio para alguém
Impossível amar uma estrela
E o Padre dizer amém.
Além do céu e da terra
Voa sobre o ar
Flutua sobre o mar
Sem se quer se rachar.
Pena que nem tudo é eterno
Descobri que ela tem afinidade com Plutão
Será que ela o ama ou não?
Ela vai embora?
E vai deixar-me na solidão?
Onde eu moro (3)
Eu moro em um mundo encantado
Tem árvores, flores para todos os lados,
Os pássaros cantam radiante e dourado.
As flores são perfumadas
As noites enluaradas,
A minha família é perfeita e não falta nada
Até a natureza fala.
O caminho para a escola,
É uma passarela encantada
Eu escuto o canto dos pássaros,
E o riso da criançada
Nenhum comentário:
Postar um comentário